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terça-feira, 27 de outubro de 2009

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Chafic Jbeili
Psicanalista e Psicopedagogo
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domingo, 25 de outubro de 2009

[Cursos Prof. Chafic] Violência Infantil

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Pós-graduação em Psicopedagogia Clínica e Institucional com ênfase no Desenho Infantil.

Evento: Aula Presencial - Terceiro Módulo:
Data: 07 de novembro de 2009.
Horas: das 9h às 17h
Local: Colégio Eficaz, QNM 5/7, Área Especial A, Ceilândia Sul / Brasília-DF, CEP: 72215-055
Café da manhã: SIM.
Facilitadora: Profa Cintia Folgierini

Canais de atendimento e informações:
Coordenação Técnica: Prof. Chafic Jbeili - chafic.jbeili@gmail.com
Coordenação Operacional: Rose Jbeili -  rosejbeili@gmail.com
Secretaria: Nara Rúbia - secretaria@chafic.com.br
Suporte ao aluno: Tatiane Lima: suporte@chafic.com.br

Disciplina:
A prática clínica e institucional no âmbito da psicopedagogia:

Por meio desta disciplina o cursista estudará as bases legais da Constituição Federal, a LDB e outras portarias que normatizam a prática psicopedagógica, bem como os objetivos dos concursos públicos para contratação de psicopedagogos para as redes de ensino público e a atuação deste profissional na área de Recursos Humanos em empresas particulares, além de outras instituições como hospitais, clínicas de reabilitação, creches e casas-lares. Ao final deste módulo o cursista terá compreendido os aspectos legais da prática psicopedagógica bem como conhecerá seu vasto campo de atuação, podendo escolher em qual ambiente deseja efetivar sua prática profissional

Informações e reservas:
Rose Jbeili - Coordenação Operacional
rosejbeili@gmail.com
(61)3377-9175

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quinta-feira, 12 de junho de 2008


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terça-feira, 29 de abril de 2008

Qual a diferença dos métodos iridológicos?

Enquanto o método de Bernard Jensen nos possibilita analisar a íris do ponto de vista orgânico, o método Rayid, desenvolvido por Denny Johnson, nos possibilita entendermos as complexidades da mente humana que molda e dá forma às nossas personalidades e relacionamentos. Com ele pode-se conhecer os tipos psíquicos, bem como introversão e extroversão, além da predominância cerebral.


O método Rayid reconhece 4 padrões, sendo 3 padrões básicos: Flor, Jóia e Corrente e um quarto padrão chamado de Agitador, que é uma combinação dos padrões Flor e Jóia.

As pessoas que apresentam muitas fibras abertas na íris, que chamamos de pétalas, estão no padrão Flor. São emocionais, expontâneas, observadoras, fazem muitos gestos e aprendem ouvindo. São criativas. Geralmente tem habilidades para música, artes, etc...

Identificamos o padrão Jóia como sendo uma pigmentação na íris. É como se tivesse caído um pingo de tinta sobre a íris. Uma mancha marron. Esse padrão indica uma pessoa intelectual, com muito talento para a análise e diálogo verbal, pouca flexibilidade para mudanças.

Identificamos um padrão Corrente quando a íris tem suas fibras penteadinhas, com poucos sinais.
A palavra que melhor descreve o Corrente é sensibilidade - sensibilidade física, menta e intuitiva. Ela é como um imã para tudo que funciona a sua volta. Imagine um Corrente com milhares de bigodes de gato tateando em todas as direções. A menor mudança ou incidente é imediatamente sentida por ele, que é sempre "tocado" por tudo, devido à combinação da sensibilidade das naturezas Flor e Jóia. O corrente é um radar ambulante da vida.

Já o tipo Agitador é identificado por possuir uma combinação dos sinais dos padrões Flor e Jóia. São extremistas. O padrão clássico do Agitador é o grande sucesso e o grande fracasso. A dedicação e a lealdade são as suas marcas. Em geral são inventores, exploradores ou motivadores. Eles são entusiastas.

Vejam neste blog como o corpo avisa, de forma clara, as nossas fragilidades.

terça-feira, 15 de abril de 2008

O método iridológico

Entenda melhor o que a iris dos olhos pode revelar sobre suas emoções e seu corpo.

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Iridologia - O que o olho revela

Secretaria de Recursos Humanos - Jornal Conversa Pessoal


Foto da iris de um olho

O simples exame da íris pode estabelecer o estado de saúde de cada indivíduo, bem como avaliar sua personalidade.

A IRIDOLOGIA

A iridologia não é recente, pois desde o antigo Egito e entre os hebreus já era largamente praticada. Documentos encontrados entre 1000 e 200 a.C. se referem à leitura das doenças através dos olhos.

Mas a moderna iridologia surgiu em fins do século 19, através da obra do médico húngaro Ignatz von Peczeley. Quando rapaz, ao capturar uma coruja, acidentalmente quebrou-lhe uma das patas. Pouco depois, Ignatz notou o aparecimento de uma listra escura na parte inferior do olho do pássaro. Pôs uma tala na pata da coruja e cuidou dela, esperando que ficasse completamente curada. Mas continuou observando.

Nos anos que se sucederam, viu que, nos olhos da ave, em lugar da listra negra, havia linhas brancas e sinuosas. Essa descoberta acabou por deixá-lo fascinado, e, ao se formar em medicina, em Budapeste, passou a estudar os olhos de diversos pacientes. Usava um enfoque inverso: diagnosticava a doença que os acometia e tentava verificar se se espelhava em seus olhos, e de que maneira.

Muitos outros especialistas se ocuparam do estudo da iridologia, como Louis Vannier, para quem o método permitia definir o estado orgânico do indivíduo fiar momento do exame, as suas alterações passadas e distúrbios funcionais do presente. Outro pesquisador, Gaston Verdier, descobriu mais de 160 pontos num olho e 160 no outro, correspondentes aos órgãos do corpo humano.

A iridologia, portanto, é uma ciência que permite, graças à observação da íris, detectar perturbações orgânicas, metabólicas, nutricionais, nervosas, hormonais e certas patologias. Isto é possível estudando os numerosos sinais que devemos descodificar e interpretar segundo uma técnica rigorosa. Assim, observamos que, embora etimologicamente, Iridologia seja o estudo da íris, sabemos se tratar de algo mais que isso.

MENSAGENS SUTIS

Para o médico italiano Andrea Martinelli, estudioso do assunto, a íris, na verdade, se acha em comunicação com o sistema cérebro-espinhal, razão pela qual qualquer alteração do equilíbrio corporal pode se exprimir através da dilatação ou constrição da musculatura ocular.

O olho humano é composto de fibras. Quanto mais essas são compactas, mais sadio é o indivíduo. Ao contrário, se elas estão dilatadas, apresentando diversos desenhos, isso significa que existe algum tipo de disfunção orgânica. 0 exame do olho permite descobrir qual é.

O mecanismo que regula todo esse processo ainda não foi revelado, mas a hipótese mais adotada é que as condições anormais no organismo transmitem uma série de mensagens precisas ao cérebro. Esse, por sua vez, através do nervo ótico, os remete à íris, que reage com mudança de cores e alterações no desenho das fibras. A leitura dessas modificações permite revelar, assim, eventuais perturbações no corpo, bem como indicações sobre o gênero de problema: simples inflamações, proliferação de tumores benignos ou malignos, etc.


O MAPA IRIDOLÓGICO

O desenvolvimento sofrido pela iridologia desde os antigos tempos proporcionou; seus seguidores estabelecer um verdadeiro mapeamento da região: íris direita está relacionada aos órgãos do corpo posicionados do lado esquerdo podem ser analisados através da íris esquerda.

Esses dois mapas se dividem em sete anéis concêntricos a partir do centro do globo ocular, isto é, da pupila:

Foto da iris de um olho

1º Anel – conectado ao estômago.
2º Anel – relacionado ao intestino.
3º Anel – reflete todos os órgãos internos.
4° e 5º Anéis – correspondem a estruturas musculares ósseas.
6º Anel – representa o sistema circulatório.
7º Anel – relaciona-se com pele do ser humano.
A íris também pode sofrer um segundo tipo de leitura, efetuada no sentido horário, partindo-se do centro da metade superior, nesse caso, o mapa iridológico é dividido em 12 grandes setores (correspondentes às áreas da cabeça e do cérebro, do rosto e da garganta, das costas, dos pulmões, do abdômen, e assim sucessivamente). Cada destes é subdividido, por sua vez, num total de 45 minúsculos setores.

O EXAME

Para o exame da íris, o especialista não faz uso de nenhum medicamento, mas apenas de uma lente de aumento e de um ponto luminoso, tipo uma pequena lanterna portátil.
No início, ele se utiliza de uma graduação baixa de aumento, para ler uma avaliação geral. Progressivamente, aumenta a graduação, de seis a 50 vezes, para analisar com minúcias setor por setor, detectado, assim, eventuais anomalias.

"O exame iridológico deve ser extremamente minucioso, e, assim, pode levar de alguns minutos a até cerca de meia hora, a fim de que possa inspecionar de modo completo com a lente (iridoscopia) ou se obtenha um documento fotográfico da região (iridografia)".

CONHECENDO O ESTADO DE SAÚDE

Dentro da Iridologia, não se estuda a íris para saber como se estrutura anatomicamente e pode-se dizer, mesmo que quase não precisamos saber sua histologia. Não necessitamos conhecer a íris para sabermos quando o organismo analisado está são ou está doente.
Na realidade, a Iridologia estuda a íris, (a parte colorida, o segmento anterior pigmentado do olho), para conhecer o estado de saúde de outras partes do corpo, servindo-nos de uma série de sinais que, ante as desordens orgânicas, ficam evidentes.

Podemos dizer, também, que a Iridologia é ciência e é arte, porque é um conjunto de conhecimentos ordenados que exige do Terapeuta, a destreza da interpretação dos sinais presentes na estrutura da íris humana. Mas, na hora de precisar..."que é a Iridologia?"..., vamos encontrar nas palavras da maior autoridade do assunto, o Dr. Bernard Jensen: "a Iridologia é uma ciência que não faz diagnósticos, mas que pressupõe o grau de inflamação do organismo, ou seja, os estágios agudos, crônicos e degenerativos, em que se encontram os diferentes órgãos, assim como as suas debilidades, permitindo assim uma avaliação segura do estado geral do organismo".

Encontramos, assim, na Iridologia a possibilidade de o Terapeuta fazer uma minuciosa pesquisa através de observação da íris, que permite detectar, analisar e informar ao cliente os sinais encontrados na parte colorida do olho, onde está registrada toda a constituição orgânica de uma pessoa e como esta vem se apresentando, característica e comportamentos. A Iridologia não tem como objetivo dar nome às doenças (patologias), mas examinar o cliente e com bases nos mapas de Iridologia fazer uma minuciosa avaliação do cliente.

A partir da Irisdiagnose, elabora-se um programa de desintoxicação e reconstrução do organismo, que é a base do tratamento e que tem a finalidade de conscientizar e melhorar as carências nutricionais do cliente, melhorando, desta forma, sua qualidade de vida.

A íris é a parte corada do olho, muito rica em filamentos nervosos, fabricada com os mesmos tecidos que o cérebro e formada nos primeiros dias de vida do embrião. Certamente por causa da sua complexidade em telecomunicação nervosa e ter uma relação genética, ainda não se descobriu tudo nem se explica tudo a respeito do assunto das telecomunicações celulares, mas já se sabe que as células comunicam umas com as outras. O cérebro é um verdadeiro computador composto de 10 bilhões de neurônios, cada um com mais de 25.000 possibilidades de comunicar com as células vizinhas. Cada neurônio é um verdadeiro laboratório químico. O olho é um anexo, uma extensão deste verdadeiro laboratório que envia para esta parte corada do olho milhões de informações, algumas das quais são visíveis. De fato, como um espelho no qual se inscrevem mensagens, cada célula do estroma da íris contém 25.000 de fibras nervosas que estão ligadas ao cérebro. O nervo óptico mais de 10.000 ramificações nervosas. Sob o estroma da íris, dois grupos de músculos aparecem, um para dilatar a pupila e outro para a contrair.

As perturbações do sistema nervoso provocadas pelo estresse permanente, hoje mais conhecido pelo nome de estresse oxidativo, são susceptíveis de modificar a estrutura da íris. Os estados de alcalinidade ou de acidez, são fatores que alteram o sistema nervoso que, então, retransmite mensagens anormais através do sistema simpático para o cérebro que por sua vez os retransmite à íris.

Os sistemas nervoso e linfático alteram de numerosas maneiras a estrutura da íris. Tornam-se ensombreadas pela quantidade de toxinas transportadas. Modifica a cor inicial com as sobrecargas de colesterol, lípides, peróxido e hidrogênio, cristais de ácido, metais pesados, medicamentos, etc. Na íris está registrada toda a constituição orgânica de uma pessoa e como esta vem se apresentando, características e comportamentos.

Todos os dados colhidos são registrados no Mapa Iridológico e, em síntese, revelam dentre outros pontos:
• a constituição e resistência orgânicas globais, fornecidas pela qualidade da trama irial e pela cor da íris;
• padrão genético do cliente, através da classificação iridológica proposta pelo renomado médico iridólogo alemão, Joseph Deck;
• estado dos vários sistemas orgânicos (digestivo, nervoso, circulatório, endócrino, de revestimento, etc.);
• A condição de cada órgão em particular, assim como as carências e perturbações metabólicas;
• aspecto comportamental, através do método Rayid, desenvolvido pelo pesquisador americano, Denny Jonhson.

Fonte:
Dr. Alexandre L. Araújo
Acupunturista/ Homeopata
Titulado pela Tianjin University of TCM - China

Embriologia e iridologia: Como se formam os órgãos do corpo?



Embriologia é a ciência que estuda a origem e o desenvolvimento de um organismo individual. Os Drs. Jensen e Donald Bodeen têm demonstrado como a estrutura do embrião humano harmoniza com o explanado no mapa iridológico. As estruturas embriológicas humanas dos órgãos e partes do corpo se originam e se desenvolvem a partir da união germinativa básica, que dá origem a todos os tecidos. Após a fertilização, a fusão dos gametas masculino e feminino, o ovócito fecundado se duplica em duas células. Este processo de duplicação continua até uma fase onde existem de 12 a 16 células, que se agregam formando a mórula que deverá atingir a cavidade uterina num tempo de 12 a 60 horas após a fecundação. Em seguida, devido ao fato do líquido existente na cavidade interna passar para o interior da mórula, esta transforma-se num blastócito, ocasionando o surgimento de uma cavidade única e o desaparecimento de algumas estruturas. (BATELLO, 1999).

Durante a segunda semana de gestação, o blastócito implanta-se na mucosa uterina interna, sofrendo mais algumas modificações, que irão dar origem ao ectoderma, endoderma e mesoderma (folhetos embrionários). Da 4ª a 8ª semana de desenvolvimento, tem-se o chamado período embrionário; a partir daí inicia-se o período fetal. A forma do embrião modifica-se consideravelmente, atingindo, no fim do segundo mês, as principais características externas reconhecíveis. Nesta fase, cada umas das camadas germinativas segue o seu processo de diferenciação, dando origem a vários tecidos e órgãos específicos e ao fim desta etapa todos os sistemas são estabelecidos:

O ectoderma da origem ao Sistema Nervoso Central e periférico e ao epitélio sensorial dos órgãos sensitivos. Aí aparece um outro derivado ectodérmico, o placódio óptico, proveniente da estrutura que forma o cérebro anterior e desta forma o olho é uma extensão do cérebro. Outras estruturas também derivam do ectoderma: a epiderme (pele e glândulas subcutâneas); a hipófise, o esmalte do dente e o revestimento de uma série de órgãos, o cristalino, a retina, a medula da supra-renal. (BATELLO, 1999).

O mesoderma dá origem à derme, aos músculos, tecido conectivo, ossos, cartilagens, articulações, coração e vasos sangüíneos e linfáticos, membranas serosas,
rins, gônadas, ductos correspondentes, porção cortical da glândula supra renal, baço e tecidos musculares liso e estriado. ( BATELLO, 1999).

O endoderma dá origem ao trato gastrointestinal, revestimento epitelial do aparelho respiratório, da cavidade timpânica e da tuba auditiva, da bexiga e da uretra; ao parênquima das tonsilas, à tireóide, a paratireóide, timo, fígado, vesícula biliar e pâncreas, isto é, tubo digestivo e seus derivados, sistema urogenital e ouvido. (BATELLO, 1999).

Pode-se verificar que todos os tecidos e órgãos provêm destes 3 folhetos embrionários e o que chama mais atenção é a inter-relação que o endoderma possui com todos os demais órgãos e sistemas, principalmente com o ectoderma, formando um verdadeiro arco reflexo, onde diferentes órgãos mantém uma relação com determinadas áreas intestinais, devido a esta origem de inter-relação embriológica. Sabe-se, também, que a inervação dos intestinos provém do ectoderma e os vasos sangüíneos do intestino provém do mesoderma, o que demonstra ainda mais a relação que o mesmo mantém com o restante do organismo. Segundo Jensen, o tubo digestivo mantém uma inter-relação singular entre os três folhetos embrionários, fato que permite a existência de um verdadeiro arco reflexo proveniente do intestino. (BATELLO, 1999).

As cinco leis biológicas e a doença

As cinco leis biológicas sobre as quais se fundamenta a nova medicina nos mostram os critérios segundo os quais toda doença se gera e se desenvolve contemporaneamente em três níveis: psiquico, cerebral e orgânico.
Hamer lhes define leis enquanto verificáveis sempre, em cada paciente que se pega por acaso e em qualquer lugar, afirmando que se elas não encontrassem confirmação ainda que só em dois pacientes em cem, seria da descartar (“clausula que a medicina oficial nunca chama à baila”)

1ª Lei (lei férrea do cancer)

Todo cancer, ou doença oncoequivalente, é gerada por um choque extremamente agudo, inesperado, dramático e vivido no isolamento. Não conflitos normais, como aqueles que todos nós temos, mas conflitos inesperados, traumaticos, que não nos deixam o tempo de reagir, aqueles que Hamer chama conflitos biológicos. Ele se verifica contemporâneamente nos três níveis: psiquico, cerebral e orgânico. No instante do choque, isso é, contemporâneamente se localiza no estado psicoemotivo da pessoa, no cérebro(fogueira de Hamer visivel com uma TAC) e no órgão. Até o decurso da doença é síncrono. Se pode seguí-lo contemporanemente nos três níveis supracitados.

Para compreender esta sincronia coloquem suas mãos juntas como quando se reza. Depois fechem uma das duas em punho. Esta representa o cérebro, e a outra o corpo. Imaginem agora as duas mãos como se olhassem no espelho, quando se verifica o choque aquilo que acontece em uma acontece também na outra.
1 – as mudanças que se verificam durante a doença acontecem conteporâneamente em três níveis:
2 – conhecendo bem um dos três, será possível determinar exactamente os outros dois, isso significa que no cérebro, através da leitura de um TAC, encontramos seja o fotograma que a filmagem da evolução da doença (um modo de interpretá-la, o método de Hamer, nos faz recordar outros, entre os quais a reflexologia, a iridologia, a auricoloterapia, a massagem local com as mãos e tantos outros, tantos quanto são os microcosmos de um organismo vivente, se é verdade que na mais pequena célula se pode, ou se poderá, ler a história do inteiro macrocosmo que a compreende)

2ª Lei (decurso bifásico das doenças, a condições de chegar à solução do conflito)

O choque interrompe o ritmo normal do alternar-se dia/noite (normotonia). Após o choque existe um período de conflito, de stress, em que o tumor é activo (mas frequentemente não se percebe) se dorme pouco e mal, não se tem fome, não se transpira, se urina pouco, se perde peso, pés e mãos são frios (simpaticotonia). Quando para uma razão qualquer, o conflito acaba, segue a fase de reparação chamada ainda de relaxamento, em que se dorme tantíssimo, se transpira muito, se urina muito, se alimenta bem, se readquire peso e se tem pés e mãos quentes (vagotonia) é a este ponto que se percebe a “doença”. No meio desta última fase a vagotonia é interrompida pela chamada crise epileptiforme (infarto, embolia pulmonar e icterícia) que representa a “virada do timão” em direcção à normalidade. Deste momento se a crise epileptiforme vem superada positivamente, o organismo inicia lentamente a retornar ao ritmo normal (normotonia).

3ª Lei (sistema ontogenético dos tumores e das doenças oncoequivalentes)

O cancer (e a doença) são uma resposta biológica a uma órdem sensata da natureza. De acordo do tipo de choque sofrido vem interessadas partes do cérebro e relativos órgãos. Cada conflito há um seu preciso conteúdo, que se define no instante do choque. A diversidade deste conteúdo é aquela que determina o acrescimento dos tecidos ou a chaga, a úlcera. Cada órgão é coligado a um bem preciso “relé” no cérebro, no instante do choque este relé se activa e a doença se manifesta conteporâneamente a nível psiquico, cerebral e organico. Na fase activa do conflito (simpaticotonia), o cérebro recente produz necrose ou a úlcera nos tecidos, enquanto o cerebro antigo produz tumores compactos com a proliferação celular. Ao invés, na fase de solução do conflito (vagotonia) sucede o contrátrio, o cérebro recente enche as necroses e as úlceras com o uso de vírus, bactérias, inchaços e produção de cistos) enquanto o cérebro antigo reduz os tumores por necroses (com o uso de fungos e microbactérias).

4ª Lei (sistema dos micróbios condicionado ontogeneticamente)

Agora os micróbios assumem a função de eliminação do tumor que, havendo terminado o seu dever, não é mais necessário e então deixou de proliferar. Após a solução do conflito de facto, inicia a fase de reparação, serão fungos e microbactérias que transformarão o tumor em massa necrótica sem mais nenhum desenvolvimento, serão invés os vírus e bactérias que activarão a “cicatrização” das chagas e úlceras.
A medicina oficial interpreta esta fase como um agravamento da situação e não como a fase em direcção à cura.

5ª Lei (bom senso biológico)

O cancer, a doença, é portanto uma parte de um programa especial, biológico sensato da natureza. Não é (no caso do tumor) um crescimento casual, louco, selvagem de células enlouquecidas, mas sim um processo totalmente compreensível e realmente previsivel que se apoia nos dados da evolução ontogênica (1).


INTERVIR . . . SUAVEMENTE

Antigamente se dizia: deixem que a doença faça o seu curso. Segundo Hamer precisa adquirir a lucidez necessária para entender em qual fase se encontra, antes de decidir alguma coisa. Se se adquiriu o conhecimento deste percurso, se servirão interventos clínicos e farmacológicos aptos a atenuar dos sintomas físicos excessívos ou mal tolerados. Intervenir com quimioterapia ou radiações significa interromper, alterar, desequilibrar um percurso biológico, sensato e útil que a natureza estabeleceu que deve ser cumprido até o fim. Vem à luz que terapias suaves como: o ascorbato de potássio, o cloreto de magnésio, os imunoestimulantes atóxicos, o áloe etc., podem dar frequentemente resultados positivos. São terapias que portam ajuda ao organismo afadigado durante o seu percurso biológico e sensato que chamamos doença, que o sustentam sem desequilibrar, sem envenenar, e sem criar pânico excessivo. Se o cancer e a doença são portanto a resposta biológica a uma órdem sensata do cérebro, não existe nenhuma substância cancerígena que o provoca (2), nenhuma célula enlouquecida, nenhuma doença incurável que cria metástase.(3);
conhecendo o inteiro decurso da doença e dos seus processos cada um de nós pode ser o director/protagonista da própria doença.

CONSELHOS:

  1. Racionalizar que nada é casual
  2. Entender qual choque deu origem ao tumor
  3. Entender em que fase a doença que se encontra
  4. À luz dos pontos 1) e 2) reflectir sobre quanto seja ainda necessário fazer, e quanto invés, vai absolutamente evitado.

Na íris, um novo caminho para os diabéticos

Na íris, um novo caminho para os diabéticos

Se os olhos são o espelho da alma, a íris é um retrato do corpo. A comparação costuma ser feita pelos iridologistas, pessoas que dizem saber o estado do organismo de alguém examinando os olhos. Os princípios da iridologia não são reconhecidos pela medicina oficial, mas essa rejeição não impediu que o engenheiro Armando Albertazzi Gonçalves Jr. fosse atrás de uma opção não invasiva para medir o nível de açúcar no sangue de diabéticos.
Com 500 mil terminações nervosas conectadas ao corpo humano, Gonçalves achou que a solução para sua procura poderia estar aí, na íris. “Todo o trabalho foi feito com base em dados científicos”, diz ele. Trabalhando primeiro com José Ricardo de Menezes, um aluno de mestrado “bastante corajoso”, e depois com outro estudante, Cesare Quinteiro Pica, o professor do Laboratório de Metrologia e Automatização (Labmetro) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) desenvolveu um sistema não invasivo de medição de glicemia, chamado de GlucoÍris.
“Inspirei-me na necessidade dos diabéticos”, diz Gonçalves. Ao 8 anos, sua filha, hoje com 15, desenvolveu diabete. Como outros doentes, precisa medir seu nível glicêmico três ou quatro vezes ao dia, além de ter de tomar as injeções de insulina, que regula a entrada de açúcar nas células. A operação pode ser dolorosa, especialmente para crianças. “Me machuca ver”, afirma. Além da dor, há o custo. A fita com reagente, que precisa ser trocada a cada picada, custa R$ 1,60, de acordo com o professor. No ano, a conta de um tríplice teste diário fica em R$ 1.752,00.
O GlucoÍris analisa a cor da íris, que se modifica de acordo com o nível de glicemia do paciente. A imagem é captada por uma câmera digital, que envia informações a um programa de computador desenvolvido pela equipe de Gonçalves. Os cientistas calcularam parâmetros de cada região da íris e perceberam que, em algumas, as respostas são bastante claras.
Testes – A equipe pretende aumentar o número de pacientes testados. Na primeira fase, foi feita comparação entre os resultados do GlucoÍris e aqueles obtidos pelos equipamentos tradicionais, que usam uma gota de sangue. Com isso, os pesquisadores montaram uma base de dados, com as regiões sensíveis e as variações de cor. Por enquanto, ainda usam um protótipo grande. Em uma fase mais adiantada do processo, a idéia é chegar a um equipamento que possa ser carregado na bolsa, conectado a um computador de mão, ou ao menos acoplado ao PC em casa.
A equipe já tem o pedido de patente internacional em mãos para o sistema. Faz parte de uma corrida internacional para encontrar métodos alternativos – e especialmente não invasivos – para tratar de diabéticos. Recentemente foi lançada uma insulina inalável, que dispensa a injeção. Existe um relógio, Glucowatch, que mede a glicemia pela pele. Mas precisa de um reagente, na forma de uma almofadinha, que custa US$ 4,00, de acordo com o professor. Com o GlucoÍris o paciente teria apenas um gasto inicial, com o equipamento.

AICO -- ASSOCIAÇÃO DE IRIDOLOGIA DO CENTRO OESTE

Clique no link abaixo e veja os vários tipos de lesões avaliados em uma irisdiagnose. Fotos coloridas da iris com as interpretações elementares. Muito bom!
AICO -- ASSOCIAÇÃO DE IRIDOLOGIA DO CENTRO OESTE

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Origem da Iridologia / Irisdiagnose

A observação das doenças através dos olhos é tão antiga como a história da própria humanidade. As modificações que se passam no interior dos olhos, na Íris ou no branco dos olhos (esclerótica) representando doenças no corpo já eram observado pelos antigos na China e no Tibet.

Existem referências sobre estudos neste assunto em alguns trabalhos de Hipócrates, e também registros na Escola de Medicina de Salerno e em Philostratos. Sabe-se que existe um livro denominado Chiromática Médica de Phulipsus Meyens que foi publicado em 1670 em Dresden; nele encontramos referências a interessantes achados iridológicos relacionados a doenças orgânicas, e já se esboçava a presença de um mapa iridológico rudimentar mostrando a localização de alguns orgãos na Íris.

Muitas obras surgiram posteriormente estudadas por nomes clássicos conhecidos na história da ciência, no entanto foi na Alemanha onde houve o melhor desenvolvimento dos estudos de Iridologia com: Stiegile, Rapp, Wirtz e Zoepperitz. O pastor Felke muito contribuiu para o estudo da Íris. Outros pesquisadores mais modernos são: Maubach, Dr. Schnabel, Thiel e Anderschou na Inglaterra; Vanier na França; Angeres, Baumhauer, Deck, Kronenberger, Struck, Unger, Wermuth, por toda a Europa, principalmente na Alemanha. Na América, particularmente nos Estados Unidos, a Iridologia foi estudada principalmente por Collins, Kritzere e Bernard Jensen, este último autor bastante conhecido e, que fez uma obra maravilhosa Ciência e Prática da Iridologia.

Atualmente é ainda na Alemanha o principal centro de estudos da Íris do mundo. Porém já encontra-se difundida para todos os países, inclusive para a América do Sul: Chile, Argentina, México, Uruguai, Colômbia e Peru. No Brasil o estudo ainda é pouco difundido sendo mais ultilizado por homeopatas e naturalistas e alguns leigos. Infelizmente como é ainda mal ultilizado no Brasil carece de valor científico devido as críticas dos especialistas médicos. Com a divisão da medicina em especialidades, ficou cada vez mais radicalizado os setores orgânicos, enquanto que no passado o médico era generalista, ou seja via o paciente como um todo, atualmente o médico vê o paciente como se fosse departamentos seperados e com isso desvalorizou muito o estudo da Íris como sendo importante meio de diagnóstico (infelizmente) . Porém cada dia que se passa fica mais importante como sabemos a Alimentação, Respiração, os pensamentos e os modos de vida, coisas que são amplamente visualizadas com suas alterações, quando observamos a Íris.

O que é Irisdiagnose?


De acordo com a Associação Mundial de Iridologia, a IrisDiagnose é uma ciência e arte, cujo método propedêutico permite através da observação da Íris dos olhos, conhecer num dado momento, a constituição geral e parcial do indivíduo, bem como os estágios evolutivos, agudo, sub agudo, crônico e degenerativo das alterações que acometem um ou mais órgãos, ou o organismo como um todo, que são expressos e refletidos na Íris, através de uma topografia, onde cada órgão encontra-se representado em um ou mais mapas iridológicos, permitindo uma abordagem tanto física, mental, psíquica, como espiritual do ser vivente.

Muito embora seja impossível se estabelecer um diagnóstico, que pressupõe em se dar nomes às doenças, a IrisDiagnose funciona como um pré diagnóstico, onde a detecção dos órgãos de choque, permite mais facilmente se elaborar o referido diagnóstico, através de exames complementares que venham a confirmar as suspeitas clínicas.

Qualquer médico sabe o quanto é difícil se proceder a um diagnóstico, principalmente, porque em função das drásticas mudanças ocorridas no planeta, em decorrência de uma série de fatores, como, por exemplo, explosões nucleares, mudanças climáticas, excesso de medicamento desde o nascimento e outros, os organismos tiveram que se adaptar, de tal sorte que os sinais clássicos de propedêutica também se modificaram, dificultando sobremaneira a elaboração dos mais diversos diagnósticos. Daí a importância da IrisDiagnose como agente facilitador para se chegar a um correto diagnóstico clínico.


O que é a Iridologia?

Etimologicamente, seria o estudo das íris.

No entanto, sabemos que se trata de algo mais do que isso.

Dentro da Iridologia, não estudamos a íris para saber como se estrutura anatomicamente e podemos dizer que quase não necessitamos saber sua histologia. Não necessitamos conhecer a íris para saber quando é que esta está são ou quando está doente.

Na realidade, a Iridologia estuda a íris, (a parte colorida; o segmento anterior pigmentado do olho), para conhecer o estado de saúde de outras partes do corpo, servindo-nos de uma série de sinais que, ante as desordens orgânicas, ficam evidentes.

A Iridologia, é pois uma “arte” muito antiga, conhecida por Moisés e por Hipócrates, por Paracelso e tantos outros ilustres homens da história, que, sem exigir comprovações de corte rigoroso, sabiam de sua veracidade e de sua exatidão, na hora de brindar-nos informações sobre o “estado de saúde” das pessoas.

Podemos dizer também, que a Iridologia é ciência e é arte, porque é um conjunto de conhecimentos ordenados que exige do praticante, a destreza da interpretação.

Mas, na hora de precisar,...que é a Iridologia?,...vamos encontrar definições muito simples e, também, encontraremos aquelas que, sendo mais extensas e mais completas, parecem mais complicadas.

Se queremos saber o que é o que pensa a Medicina Oficial sobre a Iridologia, e buscamos no dicionário médico Larousse, nos encontraremos com uma definição um quanto mais “cuidadosa”:

“a Iridologia, É uM método de diagnóstico, que se apoIa sobre uM reconHEcimento minuciosO dA ÍRIS.

De discutida CREDIbilidadE, este método se basEIA eM uMa teorIa que afirma que existe uMa correspondÊncia entre os diferentes estados patológicos E os detalHes da estrutura dA ÍRIS.”

O chileno Manuel Lazaeta Acharan, define à Iridologia como:
“UMA CIÊNCIA, QUE TEM POR objetivo O estudo dA Íris, para descObrir nelAs, as características orgÂnicas de uMa peSsoa.”

André Roux, da escola iridológica Francesa, propõe uma definição mais extensa e detalhada:
“Método de reconHEcimento dAs ÍRIS Dos oLHos, para estabElecer uM balanÇO dA saÚdE orgÂnicA E metabólicA.

Consiste eM ANALISAR a QUalidadE das estruturas da trama dA ÍRIS, as pigmentaÇÕEs E suAs variaÇÕes, todas as modificaÇÕes sOfridas por eSsa trama, eM relaÇÃO a SUA CONSTITUIÇÃO genotípica E as disposiÇÕes oU tendÊncias HERDADAS oU adquiridas para ter certas enfermIdades.

É por tanto uMa valorIZAÇÃO da QUalidadE orgÂnica e Dos risCos de saÚdE que O indivÍduo sOfre por ela.”

Para o Dr. Bernard Jensen:
...”a Iridologia é uma ciência que não faz diagnósticos, mas que pressupõe o grau de inflamação do organismo, ou seja, os estágios agudos, crônicos e degenerativos, em que se encontram os diferentes órgãos, assim como as suas debilidades”.

O Dr. Celso Batello opina o seguinte:
A Iridologia permite informar sobre a constituição parcial e geral do organismo,...” e faz menção à possibilidade de avaliar os “órgãos de choque”, em relação aos órgãos que holisticamente ou integralmente, o indivíduo mais usa ( consciente ou inconscientemente) na interação cotidiana.

De nossa parte, e tal como nos foi ensinado pelo professor Mario Fontana Del Castillo, pensamos que: Além do valor avaliativo da situação orgânica do indivíduo, e do valor preventivo:

a Iridologia é um método de confirmação do estado atual de saúde e também um método para controlar a efetividade dos tratamentos propostos, em qualquer ÁREA em que trabalhemos.

A Iridologia clássica nos permite verificar os estados de saúde física, com a simples e cuidadosa observação das íris, ao tempo que nos permite clarear algumas situações emocionais do paciente.

Mas com o tempo, surgiu outro método para o enriquecimento da técnica iridológica: O método RAYID, do Iridólogo Denny Johnson.

Este novo aporte, amplia as possibilidades e a própria definição da Iridologia, pois permite, através da linguagem das íris, compreender e traçar um perfil psicológico do indivíduo.

Através de investigações próprias, realizadas em conjunto com o Centro Holístico Energia Vital de Uruguai, baseando-nos na prática cotidiana e nas concepções holísticas da existência toda, estamos concluindo um “mapa energético das íris”, que auxiliará ao Iridólogo ou ao terapeuta vibracional, determinar a localização dos bloqueios energéticos existentes.

Se procuramos sintetizar estas definições, temos que:
A IRIDOLOGIA É UM MÉTODO NATUROPÁTICO POR EXCELÊNCIA DE RECONHECIMENTO DAS ESTRUTURAS, TOPOGRAFIA E PIGMENTAÇÕES DAS ÍRIS, PARA VALORIZAR, ATRAVÉS DELAS, O ESTADO ORGÂNICO DO INDIVÍDUO.

BASEADOS EM UMA VISÃO INTEGRAL, ECOLÓGICA OU HOLÍSTICA DO SER HUMANO E DA SUA SAÚDE, COM A TÉCNICA IRIDOLÓGICA É POSSÍVEL: CONFIRMAR O ESTADO ORGÂNICO ATUAL, PROGRAMAR AS AÇÕES PREVENTIVAS NECESSÁRIAS, CONTROLAR A EFETIVIDADE DOS TRATAMENTOS PROPOSTOS em TODO MOMENTO E EM QUALQUER ÁREA NA QUAL TRABALHEMOS, E TRAÇAR UM PERFIL PSICOLÓGICO E ENERGÉTICO, AO TEMPO DE AVALIAR AS SITUAÇÕES EMOCIONAIS IMPERANTES, ASSIM COMO A INCIDÊNCIA DESTAS FUNCIONALIDADES ORGÂNICA.

Mapa Iridológico

Mapa Iridológico
Mapa iridológico com base na ectoderme, mesoderme e endoderme

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